140 ANOS DA COMUNA DE PARIS

Palestra com Prof. Ronald Rocha

Orçamento Participativo 2011 do Campus de Marabá

Formulários deverão ser entregues até dia 18 de maio

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sábado, 4 de junho de 2011

Greve Inicia Com Força Na UFPA e Na UFRA

Greve nacional dos técnicos administrativos das Instituições Federais de Ensino teve início nessa segunda-feira (06), com realização de piquetes na UFPA e na UFRA. Trabalhadores fundacionais também entraram na luta, houve paralisação no Hospital Barros Barreto e ato no Hospital Betina Ferro. Diante da deflagração da GREVE governo federal cancelou negociação com a Fasubra.

Nesta segunda-feira (06) teve início a greve nacional dos técnicos administrativos nas Instituições Federais de Ensino Superior brasileiras. A deflagração da greve foi deliberada na Plenária Nacional da Fasubra, no dia 01, e legitimada pelas assembléias de base de diversas universidades do país. Nas bases do Sindtifes-PA o movimento grevista foi aprovado por unanimidade pelos servidores da UFPA, UFRA.

No primeiro dia de greve na UFPA e UFRA, foram realizadas várias atividades de mobilização dos trabalhadores. No HUJBB, além do início da greve dos técnicos, houve uma paralisação dos trabalhadores fundacionais, que reivindicam por sua pauta da Campanha Salarial 2011 e pela manutenção dos empregos, tendo em vista a ameaça de demissão da reitoria e do governo federal. No mesmo sentido, os fundacionais lotados no HUBFS realizaram um ato em frente ao hospital, também na manhã desta segunda-feira (06).

Além das movimentações no HUJBB e no HUBFS, houve piquete de greve nos portões da UFPA, organizado pelo Comando de Greve e pela coordenação do Sindtifes-PA, com o objetivo de dialogar com os técnicos da universidade sobre a importância de aderir à greve nacional. Houve adesão total em alguns setores e parcial em outros. O campus de Castanhal informou ao sindicato que a base aderiu ao movimento grevista. Na UFRA a adesão à greve foi massivo, sendo garantido apenas os atendimentos essenciais à comunidade acadêmica.

Todos à GREVE!
Contra o congelamento salarial e em defesa do emprego dos fundacionais



terça-feira, 31 de maio de 2011

Ato Contra A Decadecadência Da Ufpa Em Marabá

Faixa de Protesto


Depois do ato que o D.A de Altamira realizou na ocasião da visita do vice-reitor no campus daquela cidade, foi a vez do DAJR fazer um ato e reivindicar melhorias na visita do reitor Carlos Maneschy em Marabá.

Não é segredo para ninguém que o campus de Marabá como outros pelo interior tem passado por um sucateamento e abandono cada vez maior tanto por parte da administração superior, e em geral pelos cortes da educação feito pelo governo federal nesse último período, e todo esse problema se reflete em laboratórios com falta de excremento, número consideravél de evasão cada vez maior e infra-estrutura totalmente débil.

Vários Cartazes no Auditório de protesto
 Como forma de protestar contra a decadência da UFPA o DAJR puxou um ato muito vitorioso que aconteceu no dia 31/05. Com um carro de som à frente do campus foram chamados todos os estudantes tanto do campus I quanto do II e logo formou-se uma multidão dentro do auditório do campus II. Com cartazes de protesto a reunião iniciou tensa, pois enquanto o reitor dizia: “A UFPA está bem e muito obrigado” os estudantes mostravam os problemas e logo depois os professores se uniram a esse ato e reivindicaram o abandono e descaso que vem sofrendo.

Somos cientes que a precarização das universidades públicas se dão em âmbito nacional e isso é fruto dos cortes que a educação vem sofrendo,  como também a aplicação do receituário neoliberal para América Latina. Nesse ano de 2011 uma das campanhas a  ser tocada será pelos 10% para educação, já! E contra o PNE da presidente Dilma e para que isso não vire realidade é necessário mais que nunca a unidade na luta.



quinta-feira, 26 de maio de 2011

Moção Do DAJR Sobre O Assassinato Do Casal Ambientalistas

Casal de Ambientalista


Por volta das 4:00 da manhã do dia 26/05 antes do sol raiar muitos entravam nas fileiras da indignação levando com muita dor o corpo de Zé e Maria ambos ambientalistas que tanto lutaram por uma reforma agrária como por um modelo de sociedade diferente que temos hoje, e foi por essa luta e pelo incômodo que geraram aos madeireiros e outros jagunços da burguesia local que foram brutalmente assassinados em Nova Ipixuna sudestes do Pará.

Na semana em que o congresso aprovou o novo código florestal a qual cria brechas legais para o desmatamento desenfreado na amazônia, tivemos a perca de dois companheiros que lutavam para preservar a natureza e que incansáveis vezes denunciaram madeireiras e fazendeiros pelas derrubadas ilegais que acontece na região, onde colocavam suas vidas em risco. Mesmo denunciando à polícia e aos órgãos de segurança as sucessíveis ameaças que receberam nada foi feito nem se quer um plano de segurança foi discutido pela polícia para preservar suas vidas. É sobre esses órgãos e políticos corruptos da ALEPA e do Brasil que recai o sangue desses dois militantes ambientalistas. O sentimento que gera no seio da classe trabalhadora é de inconformidade, pois a burguesia tem seus representantes que é a bancada ruralista e ao mesmo tempo seus capitães do mato que decide quem morre e quem vive, nesse emaranhado muitas perguntas vem, o Massacre de Eldorado e da fazenda Ubá, o assassinato do Dezinho, Dorothy não foram o bastante?

Nesses últimos anos os aparatos do Estado vêm sendo aparelhado aos interesses do agronegócio, nessa semana de aprovação do Código Florestal podemos sentir a força desses Madeireiros, mas no dia como ontem onde mais de mil pessoas foram as ruas protestar e mostra a sua indignação é que vemos que a luta não é vã e que não somos poucos, mas muitos, e que a necessidade de mudança se faz mais necessária que no passado e que tais mudanças  são   possíveis. Repudiamos o assassinato de José Claudio e Maria do Espírito Santo e exigimos a punição dos assassinos e mandantes. Ao Zé e a Maria nossa Luta!